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Como as melhores universidades chegam ao topo?

Todo gestor de instituição de ensino deseja alcançar o topo e oferecer um nível de educação de excelência. Porém, alcançar o mesmo patamar das melhores universidades é uma tarefa complexa e que envolve diferentes variáveis.

É necessário contar com os recursos adequados para atingir uma pontuação elevada nos quesitos analisados pelo Ministério da Educação (MEC). Além disso, existe uma avaliação mundial, que também pode contar com as universidades brasileiras mais conceituadas.

A questão é: como estar presente em uma dessas listas? Essa é a pergunta que será respondida neste artigo. Também veremos de que maneira são ranqueadas e como a tecnologia educacional contribui para aprimorar os processos nas Instituições de Ensino Superior (IES).

Acompanhe!

Quais são as melhores instituições?

As universidades mais conceituadas do país são determinadas a partir de vários critérios. O ideal é considerar os aspectos avaliados pelo MEC. Dentro desse contexto, confira, a seguir, as principais instituições de ensino públicas e privadas do Brasil, segundo o Ranking Universitário Folha.

Universidade de São Paulo (USP)

A USP é uma das universidades mais antigas e conceituadas do país. Existente desde 1934, a instituição tem quase 62 mil alunos matriculados em 7 cidades diferentes. A nota é de 97,24.

Pontifícia Universidade Católica do Paraná – PUC-PR (Cliente Prova Fácil)

Uma das instituições privadas mais reconhecidas do país, a PUC-PR tem mais de 25 mil alunos em 5 cidades diferentes. Há 103 cursos disponíveis, que foram sendo criados desde 1960. Atualmente, a nota é de 76,19.

Fundação Getúlio Vargas – FGV (Cliente Prova Fácil)

Essa instituição é uma das mais importantes do país, especialmente no segmento de administração e finanças. Sua Escola Brasileira de Economia e Finanças tem nota 5, conforme dados da Exame.

Grupo Estácio (Cliente Prova Fácil)

O grupo conta com várias instituições e a maioria das unidades tem pontuação elevada pelo MEC, conforme ranking do Ministério publicado na Exame. A universidade tem campi em diversos lugares do país e uma metodologia padronizada.

Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Essa universidade ficou no topo do ranking em 2017. Sua nota foi de 97,42. Fundada em 1920, são 3 campi que têm quase 40 mil alunos.

Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)

Essa é outra instituição bastante conceituada, com nota de 97,31. Sua fundação foi em 1962 e existem 3 campi com mais de 17 mil estudantes.

O que faz essas universidades serem as melhores?

As instituições de ensino citadas são consideradas as melhores devido a diferentes critérios. A avaliação é feita pelo MEC a partir de 3 componentes principais:

  • instituições;
  • cursos;
  • desempenho dos alunos.

Cada um desses itens recebe uma pontuação específica, que resulta em uma nota final. Além desses critérios gerais, ainda existem outros que são verificados e que os compõem.

Currículo acadêmico

A avaliação desse quesito é feita pelo Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), pela performance dos alunos e pela organização didático-pedagógica e infraestrutura. Em todos esses casos, o foco são as diretrizes curriculares do curso analisado e a carga horária oferecida.

O MEC também confere o cumprimento das disciplinas obrigatórias e se são oferecidas optativas. Assim, é possível verificar se o currículo está adequado às necessidades futuras.

Infraestrutura

Esse quesito é avaliado pelo Conceito Preliminar de Curso (CPC). Estão incluídos aqui os recursos didáticos utilizados e a infraestrutura propriamente dita. O propósito é garantir que a oferta seja condizente com os objetivos do curso, número de alunos, total de turmas, estrutura curricular e horário das aulas. Além disso, uma comissão do MEC faz uma visita in loco para se certificar das instalações.

Colaboração com o mercado

A integração da universidade com o mercado de trabalho é um dos aspectos analisados pelo MEC em sua avaliação externa. O intuito é avaliar a situação atual e as tendências, as áreas de trabalho que são um potencial na região em que a instituição do ensino está inserida, as frentes alternativas e mais.

Seguindo esse requisito, os estudantes têm mais chance de conseguirem uma vaga no mercado de trabalho. Da mesma forma, a universidade cumpre seu propósito de contribuir com a realidade.

Reputação

A boa reputação da universidade passa confiança, oportunidade e satisfação. As avaliações são um ponto de vista positivo sobre esse aspecto, mas não é o único. O propósito é ter um cuidado constante e melhorar a visão dos estudantes e da comunidade a partir dos valores oferecidos. Inclusive, os rankings internacionais consideram esse um critério de avaliação.

Como são ranqueadas?

O órgão do governo federal que avalia as IES é o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), vinculado ao MEC. A mesma entidade também é responsável pela administração do ENEM.

Os principais indicadores considerados pelo Inep são:

Conceito Enade

Esse é um indicador de qualidade que avalia o desempenho dos estudantes divididos por Unidades de Observação, definidas a partir das áreas de estudo de cada curso. A pontuação tem como base uma prova aplicada aos alunos que estão no primeiro e no último ano da graduação.

O teste contém duas partes. A primeira é a de formação geral, que corresponde a 25% da nota e é igual para todos os cursos avaliados. Já a específica vale 75% da nota, conforme a área específica.

Devido à sua característica, o Enade está voltado à performance do estudante. Como a prova é aplicada aos estudantes do final da graduação, é possível avaliar qual foi seu desenvolvimento em relação aos conhecimentos.

CPC

O CPC também é um indicador de qualidade dos cursos superiores. No entanto, abrange fatores que vão além do desempenho dos estudantes. Entre eles estão: corpo docente (total de professores mestres e doutores), infraestrutura, recursos didático-pedagógicos e nota do Enade. São considerados tanto cursos presenciais quanto à distância.

O conceito varia de 1 a 5 e a média mínima exigida é 3. Instituições com notas 1 e 2 recebem visita de técnicos do MEC, que farão uma vistoria presencial e poderão alterar a pontuação. De toda maneira, a universidade, nesse caso, deve se comprometer a realizar aprimoramentos. Caso contrário, podem incidir multas e serem fechadas por ordem do ministério.

Por outro lado, as IES avaliadas com notas 3 ou superior só recebem a visita do corpo técnico do MEC se desejarem. O CPC é realizado em ciclos trienais. Os cursos são divididos em três grupos e a avaliação é feita de acordo com essa divisão.

Índice Geral de Cursos Avaliados da Instituição (IGC)

Este é o mais completo dos três indicadores trabalhados pelo Inep. O IGC avalia a qualidade das IES e representa a nota do MEC. O índice é calculado todos os anos e considera:

  • CPCs dos três últimos anos para os cursos de graduação;
  • média das avaliações dos programas de pós-graduação stricto sensu da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) — utilizada para cursos de especialização, mestrado e doutorado;
  • distribuição dos alunos entre graduação e pós-graduação.

As universidades que tiverem IGC abaixo de 3 podem ter pedidos de abertura de cursos indeferidos pelo MEC. Já as melhores são dispensadas dessa autorização.

Por que usar a tecnologia?

A tecnologia auxilia em todos os aspectos, inclusive para estar entre as melhores universidades. Ao automatizar a rotina dos profissionais, é possível atuar estrategicamente e focar no que é importante.

Esse diferencial competitivo é bastante relevante. Atualmente, existem aproximadamente 2500 instituições de ensino superior no Brasil, mas apenas 1% da educação é digitalizada. Ao contar com o uso intensivo da tecnologia, os professores podem trabalhar melhor os conteúdos das aulas.

Por exemplo: ao usar um sistema de gestão como o Prova Fácil, a prova pode ser gerada automaticamente. Por isso, 56 mil docentes já utilizam esse recurso e 5 milhões de testes são elaborados por ano para mais de 1 milhão de estudantes.

Entre os grupos de ensino superior que desfrutam desse tipo de vantagens estão o grupo Estácio, a ESPM, a Fundação Getúlio Vargas e o Grupo Athenas. Todas essas IES ainda conseguem aumentar sua reputação, porque podem inovar — e esse é o segredo para o sucesso.

Como benefícios derivados da otimização de rotinas educacionais estão:

  • engajamento dos profissionais;
  • vantagem competitiva para captar e reter alunos, e ajudá-los a ingressar no mercado de trabalho.

Em suma, o investimento em tecnologia e inovação é um fator importante que influencia na escolha pela IES. Outros pontos que os alunos consideram durante a escolha da faculdade são, por exemplo, a estrutura curricular, o corpo docente, a localização, a infraestrutura e o valor da mensalidade. É assim que você consegue se colocar entre as melhores universidades.

E você, achou interessante conhecer os recursos que ajudam sua IES a chegar ao topo? Compartilhe este conteúdo nas suas redes sociais e ajude outros gestores a compreenderem a avaliação do MEC.

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