Como melhorar a educação básica com tecnologia

6 de janeiro de 2015
objetos escolares cadernos notebook e uma maçã sobre a mesa

Hoje está cada vez mais comum encontrar crianças utilizando aparelhos tecnológicos antes mesmo de aprender a falar ou andar. Se esta realidade está virando parte da rotina da população, e cada vez mais cedo, nada mais óbvio que levar os benefícios da modernidade para dentro das instituições de ensino. E, claro, a educação de base deve ser inserida neste novo modelo, onde a tecnologia faz parte do aprendizado.

As crianças estão se desenvolvendo cada vez mais rápido, e muito desse desenvolvimento se deve às facilidade ao acesso de informações. Elas mesmas conseguem ligar o computador, jogar online, assistir vídeos e até mesmo reconhecer as funcionalidades das redes sociais. Se isso lhe parece assustador, é preciso reconhecer que as coisas só tendem a evoluir mais neste sentido; então, é hora de usar tais recursos na formação dos pequenos.

O ensino adaptativo, por exemplo, pode ter suas bases muito mais fortificadas se a tecnologia for utilizada a seu favor. Através de games, vídeos e aplicativos é possível reconhecer habilidades e necessidades dos alunos do ensino de base sem nenhum tipo de pressão, apenas brincando.

As crianças, como já foi dito anteriormente, têm um convívio diário com aparelhos como tablet, celulares, computadores, notebooks e, consequentemente, as facilidades que eles proporcionam. Sendo assim, utilizar estes aparelhos em sala de aula é, sem dúvida, uma forma de despertar o interesse deles pelo conhecimento, pelo aprendizado.

Escolas municipais do Rio de Janeiro, por exemplo, já foram inseridas num novo método da Secretaria Municipal de Educação (SME), onde além de tirar da escola velhas práticas da educação tradicional, como a utilização de quadros negros e giz, dá autonomia ao aluno para decidir o ritmo de seu próprio aprendizado. Estas escolas fazem parte do Projeto Ginásio Experimental, criado pela SME em 2011, sendo que um dos principais objetivos do programa é formar jovens autônomos, conscientes de seu papel na sociedade, e ajudá-los a traçar projetos de vida.

Este é um exemplo que deve ser seguido por todas as escolas públicas e privadas do país. Trata-se de uma iniciativa que visa a formação individual do aluno, que mostra preocupação com a forma como este atuará em sociedade. E, claro, o principal de tudo: aproveita as facilidades que as novas tecnologias oferecem de forma dinâmica e inteligente.

Pensar no futuro é essencial, mas é preciso começar a agir no presente. Afinal, tantas novidades surgem a cada dia – e nem sempre os profissionais estão dispostos, ou mesmo aptos, a recebê-las. Se você é um educador, professor ou coordenador, leve essas tendências para sua instituição de ensino. São as suas iniciativas que vão fazer a diferença.

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