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Correção de provas por aplicativo: o guia completo

Você sabia que uma boa parte das horas semanais de trabalho de um professor é gasta não para ensinar alunos, tirar suas dúvidas ou planejar uma boa aula? Em tese, estas não seriam as principais funções desse profissional?

Ao contrário, algumas funções cotidianas tomam um tempo precioso que poderia estar sendo usado na melhor formação humana e escolar dos estudantes. Para se ter uma ideia, nada menos que 10 dos 50 minutos de uma aula são gastos pelo docente para chamar a atenção de alunos e manter a disciplina dentro da sala. Ou seja, isso significa que, de início, 20% do tempo do professor em aula é desperdiçado, jogado fora. Este dado está presente em um relatório elaborado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) com base em um estudo realizado em 32 países. Como se pode prever conforme os altos índices, o Brasil é o que mais perde tempo neste quesito.

O estudo ainda trouxe à tona outras revelações sobre o tempo mal gasto (ou seria perdido?) em sala de aula e também por outras atividades realizadas pelos professores e que poderiam ser melhor investidos. Por exemplo: mais uma fatia de tempo considerável é gasto pelo professor em tarefas administrativas. Uma delas é a chamada nominal no começo ou no fim das aulas, que serve para controlar a frequência e assiduidade dos alunos às classes. Com essas atividades, são outros 12% do tempo consumidos com funções que não são a de lecionar. Temos aí basicamente um terço do tempo total de uma aula desperdiçado em burocracia e indisciplina, o que inviabiliza boa parte do planejamento de aula desejado pelo docente.

A parte da aula usada para o ensino propriamente dito, consome 67% do tempo total. Isso significa que, nos 50 minutos de uma aula, apenas 33 minutos são dedicados ao que interessa: o aprendizado. Para efeito de comparação, a média internacional para este item é de 79% e na Finlândia (referência mundial para qualquer assunto relacionado à educação), esse percentual é de 81%.

Mas a perda de tempo com atividades desalinhadas com o ensino propriamente dito dentro da sala de aula está longe de ser o único desafio enfrentado pelos professores. Fora do tempo dedicado à classe, uma série de outras atividades burocráticas tomam um tempo precioso que poderia ser usado pelos docentes para planejamento de aulas ou capacitação.

Uma dessas atividades é a correção de provas e é sobre esse assunto que vamos falar neste texto.

Boa leitura!

correcao de prova

A rotina do professor e a falta de tempo

Para entender esse tópico é preciso ir um pouco mais a fundo e analisar a realidade do trabalho do professor no Brasil. O principal aspecto é que é muito difícil achar um docente em outros países com a mesma carga de trabalho e rotina que a de um professor brasileiro. A começar pelas horas trabalhadas em sala de aula. Ainda de acordo com a OCDE, somente dentro da sala, em média, os professores brasileiros trabalham 25 horas semanais, em média. Isso é praticamente 25%  mais que a média dos demais países estudados – em que são gastas 19 horas semanais dentro da sala de aula.

O segundo aspecto tem a ver com a rotina de trabalho. A pesquisadora da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Gabriela Moriconi, afirma que o cenário para o professor brasileiro é muito diferente do que é encontrado nesses outros países, em que a regra é a de que o docente lecione em escolas de tempo integral e, em média 19 horas na semana.  “Aqui no Brasil, o número de alunos com o qual o professor trabalha quase dobra se pensarmos que os docentes ensinam 25 horas e em salas com mais alunos. Fora a grande parcela que diz trabalhar como professor em tempo parcial, o que significa que ele pode ter um outro trabalho para o qual deve dedicar seu tempo”, disse, em entrevista ao portal UOL Educação.

A Pesquisa Internacional de Ensino e Aprendizado (Talis) confirma essa percepção com uma série de dados. Um deles é que apenas quatro em cada dez professores brasileiros trabalham em regime de dedicação exclusiva. Ou seja,60% do total dos docentes trabalha em mais de uma instituição de ensino. Esse dado é bastante diferente do que se vê em outros países, que se destacam com uma boa qualidade na educação. Na Coreia do Sul, a dedicação exclusiva é realidade para 99,3% dos docentes; em Cingapura, 95%; e na França, 85%. A média é de 82%.

O que esse dado esconde é que os baixos salários pagos aos docentes os forçam a atuar em mais de uma escola e em mais de um turno, além do déficit de profissionais em algumas áreas, como é o caso das matérias de exatas.

E o que isso tem a ver com a correção de provas?

Como investir melhor o tempo destinado à correção de provas?

O estudo da OCDE sobre o qual falamos no início deste texto traz ainda um outro ingrediente para a nossa discussão: além de trabalhar mais tempo em sala de aula, gastar mais tempo fazendo chamadas nominais e chamando atenção de alunos e tendo que se desdobrar em mais de um emprego,  o professor brasileiro também gasta até 22% a mais de tempo que o de outros países somente com a correção de provas.

Ou seja, não bastasse chegar cedo na escola para dar as primeiras aulas, gastar tempo colocando a sala em ordem e verificando a presença de alunos com a chamada, passando mais tempo dentro da sala de aula, o professor brasileiro também é campeão em levar tarefas para casa, o que, na prática, garante a ele um terceiro turno de trabalho.

Essa situação acaba por impactar todo o sistema de ensino. A sobrecarga de trabalho para o professor significa que ele terá menos tempo para planejar uma aula.

O que é a correção de provas por aplicativo?

Diante deste cenário e da necessidade de encontrar soluções que permitam ao professor se dedicar ao ensino, empresas de base tecnológica passaram a desenvolver ferramentas para facilitar o desempenho de atividades cotidianas. Uma dessas soluções foi o desenvolvimento de um aplicativo capaz de mapear a prova e mostrar o resultado em tempo real, o que economiza o tempo gasto pelo professor não só conferindo gabarito por gabarito e comparando as alternativas com a folha de respostas, mas também no cálculo da nota de cada aluno ou candidato. É o caso do Prova Fácil, desenvolvido pela Starline Tecnologia, empresa brasileira focada em soluções tecnológicas para resolver problemas relacionados à educação e ao ensino.

A proposta da ferramenta é simples: com acesso a um aplicativo e uma plataforma web, o professor elabora uma avaliação de acordo com as suas necessidades, como número e nível de dificuldade das questões e quantidade de alternativas disponíveis, por exemplo, e, em seguida, marca as respostas corretas em um gabarito oficial usando o seu celular.

Com as provas impressas e as folhas de respostas já preenchidas pelos alunos, o docente inicia a correção dos testes. O mesmo celular usado para instalar o app é capaz de “escanear” o gabarito da prova por meio de sua câmera e, em questão de segundos, o sistema compara as respostas dos alunos com a já feita pelo professor. O resultado é obtido em segundos e atribuído a cada aluno – e essa é só uma das vantagens da correção de provas por aplicativo.

 

Entenda aqui como o Prova Fácil funciona.

correção de prova

Diagrame sua prova e gerencie um banco de questões

A diagramação automática é uma funcionalidade que permite maior rapidez na hora de elaborar uma prova sem perder a qualidade do seu conteúdo. A diagramação automática de provas oferece a possibilidade de elaborar um teste com o número de questões e divisões por matéria que você quiser.

Outra vantagem da ferramenta de correção de provas por aplicativo é a capacidade de criar e gerenciar um banco de questões. Isso significa não precisar elaborar todas as questões da prova a cada vez que for elaborar um teste para seus alunos e, principalmente, acompanhar o desempenho dos alunos diante das questões e acessar o conteúdo compartilhado por outros professores de todo o país. Isso porque o Prova Fácil possui uma espécie de biblioteca de questões em que você pode armazenar questões produzidas por você mesmo ou que já foram publicadas em alguma prova e suas respectivas respostas. Isso permite que você consiga elaborar diversas provas com uma eficiência muito maior e sem perder o rigor já adotado nas edições anteriores.

Ganhe praticidade com exercícios e provas online

Imagine a seguinte situação: a cada aula expositiva ministrada, o professor decide aplicar um simulado para fixação do conteúdo ministrado em sala de aula. Ali, os alunos têm a oportunidade de sanar dúvidas e o professor consegue perceber, com as notas, quais pontos não foram bem esclarecidos para trabalhar o planejamento da próxima aula. O mesmo vale para os deveres enviados periodicamente para casa ou a aplicação semanal de simulados. Já falamos acima da eficiência da correção de provas por aplicativo que pode ser usado neste caso e a ferramenta oferece ainda uma outra solução que pode se encaixar perfeitamente na necessidade da classe sem perder o rigor com o aprendizado.

Trata-se da aplicação de provas e exercícios online. O professor poderia enviar, por e-mail, um teste com um determinado número de questões e os alunos têm um tempo também determinado para enviar o gabarito com as respostas. Sempre online. Esta facilidade oferecida pela ferramenta evita problemas com logística e transporte de material, além de dificuldades de planejamento que um dia de simulado presencial poderia ocasionar para uma escola nos finais de semana, por exemplo.

Faça simulados e teste sua turma

A situação é bastante comum na rotina agitada dos anos finais do Ensino Médio ou mesmo em cursinhos preparatórios, seja para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ou para concursos públicos. Em geral, as instituições de ensino optam por realizar simulados de forma regular, por dois motivos básicos: aprendizado e concorrência.

Fazer exercícios é um dos melhores métodos para aprender o conteúdo ensinado ao longo de um período e ajuda a fixar detalhes da matéria que podem ser cobrados em uma prova. Além disso, um simulado bem feito serve para testar o candidato em uma situação parecida com a que ele vai encontrar no dia do exame: tempo para responder as perguntas e resolver os problemas e nível de dificuldade das questões.

O segundo motivo pelo qual os simulados têm ganhado espaço nessas instituições como método eficaz de ensino e aprendizado tem a ver com a concorrência. Isso porque você coloca em condições semelhantes às que o aluno irá encontrar em um vestibular ou concurso público, centenas de pessoas que estão se preparando para esses testes assim como você. Os rankings com a pontuação de todos os candidatos dão ainda uma sensação de como o aluno está se saindo e o que deve fazer para melhorar.

Economize dinheiro na sua escola com uma solução simples

Além de todas as facilidades já levantadas, como a economia de tempo dos professores com correção de provas de múltipla escolha e maior facilidade em aspectos que envolvem o planejamento e a logística de aplicação de provas em uma escola, a economia de recursos é outro aspecto que merece destaque quando citamos a correção de provas por aplicativo e esse é um ponto a ser considerado, ainda mais em um cenário de crise econômica e que qualquer economia inteligente é bem vista.

Apostar nesse tipo de ferramenta evita uma série de gastos desnecessários que muitas vezes não são levados em conta na análise financeira de uma instituição. O tempo gasto pelo professor para corrigir provas de múltipla escolha pode acarretar em pagamento de maior número de horas extras e esse tempo poderia ser investido em algo mais produtivo para a escola – como o planejamento de aulas mais interessantes – ou para o professor – que teria um pouco mais de qualidade de vida sem ter que se submeter a jornadas de trabalho estendidas pelas horas gastas com a correção de gabaritos um a um.

4 motivos para que sua escola invista em tecnologia

Falar de soluções como a correção de provas por aplicativo é destacar uma de várias possibilidades interessantes que têm se aberto para a área da educação nos últimos anos. Investir em ferramentas que se apresentam como saídas para problemas que servem como entrave ao desenvolvimento do ensino é investir no futuro da educação.

Nas últimas décadas a tecnologia na educação passou de algo que suscitava a desconfiança para uma realidade em boa parte das escolas do país. Se, há alguns anos, parte dos gestores, coordenadores, professores e pais de alunos enxergavam no avanço tecnológico e nas ferramentas digitais uma ameaça, esse sentimento mudou mais recentemente com a introdução de equipamentos e uma nova forma de pensar o ensino nas escolas.

O clima de desconfiança foi sendo substituído à medida em que iniciativas saíam do papel e as instituições de ensino passaram a apostar na tecnologia para garantir maior eficiência nos resultados.

Apresentamos 5 motivos para que você e sua escola abram a cabeça e enxerguem a tecnologia como ponto de apoio para ajudar a solucionar problemas que afetam alunos, professores, diretores, pais e toda a sociedade, de modo geral.

Aproximar aluno e professor

A relação entre alunos e professores é diferente conforme o contexto e sua época. No passado, havia uma distância muito grande entre o mestre, único que tinha o poder de fala incontestável na sala de aula, e o aluno. Hoje em dia essa relação é mais próxima, mas a diferença geracional pode continuar sendo um problema. A tecnologia pode ser um instrumento que ajuda a integrar alunos e professores.

Os estudantes do século XXI cresceram junto ao desenvolvimento de equipamentos que os docentes só puderam ter contato quando mais velhos. Esta distância, se mantida em sala de aula, acaba por tornar a aula desinteressante e monótona aos olhos de parte desses alunos.

Juntar teoria e prática

O conteúdo descrito nas apostilas e livros didáticos ganha ainda mais importância para o aluno quando é possível aplicar o que está escrito ali em algum contexto da vida real. Aliar o conteúdo escrito a novas ferramentas – aplicativos, plataformas em vídeos e outros formatos interativos – aguça o aprendizado e o ensino se aproxima da realidade do aluno. Uma aula de história da arte, por exemplo, fica muito mais clara e interessante com um tour virtual no Museu do Louvre, em Paris. Essas distâncias, encurtadas pela tecnologia, quando bem utilizadas, podem mudar a realidade de cada aluno e sua percepção sobre a vida e a sociedade.

Motivar o professor

Da mesma forma que os alunos aprendem algo novo e mais interessante ao aliar teoria e prática, o professor que investe em projetos inovadores e traz isso para a sala de aula também se torna mais motivado. Um docente em sintonia com a sala de aula aprende com as experiências que vai buscando na construção do conteúdo passado para a classe e continua inovando para buscar fórmulas que continuem atraindo os alunos. É uma fórmula de sucesso, em que estudantes e professores saem ganhando em uma mesma relação.

Buscar soluções em conjunto

A partir do momento em que uma escola e seus professores colocaram na agenda dos alunos que a tecnologia será uma aliada dentro da sala de aula, sem dúvida ali terá início uma relação de colaboração. Estimular o aluno a buscar soluções para os problemas em cada situação vivida é estimular características como a proatividade e a liderança. Quando as soluções são buscadas em conjunto, a chance de um problema ser resolvido é maior.

O uso da tecnologia na sala de aula é, hoje, uma realidade em todo o mundo e tem gerado resultados positivos por aí. A correção de provas por aplicativo é apenas uma das inúmeras possibilidades de buscar soluções para determinadas situações do cotidiano do professor que muitas vezes passam batidas mas que, ao analisarmos com mais cuidado percebemos que se trata de um gasto de tempo desnecessário mas que tem solução.

Se você se interessa pelo assunto e quer saber como educação e tecnologia podem gerar resultados incríveis, já escrevemos sobre como será a educação no futuro. Boa leitura

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