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Tecnologia da informação

10 ferramentas tecnológicas para Educação

Sabe quando você pensa que o ser humano já deveria ter inventado algo para minimizar alguma situação que, de alguma forma, te incomoda no dia-a-dia? Um equipamento, um dispositivo que poderá te economizar tempo ou dinheiro? Ou ainda, que vai facilitar algumas das tarefas cotidianas? Em alguns casos essas ferramentas já existem e estão ao nosso alcance.

Muitas vezes professores, docentes e pais de alunos apresentam certa resistência com o estímulo do uso da tecnologia dentro das escolas, com receio de que métodos tradicionais sejam substituídos e que o conhecimento seja perdido em meio à velocidade dessas ferramentas. É claro que a introdução de novas tecnologias não pode ser feita de qualquer maneira, sem um propósito e sem um estudo para saber sua viabilidade e como deve ser introduzida.

No entanto, a educação não pode ficar de fora da revolução tecnológica que está em curso hoje, em todo o mundo. Mesmo porque existem milhares de ferramentas interessantíssimas e que vão ser úteis no seu dia-a-dia. Por conta disso, apresentamos neste artigo de hoje uma lista com 10 ferramentas (ou tecnologias) que vão mostrar o que há de mais inovador no mundo da educação. São itens que facilitam a resolução de atividades cotidianas, como a correção de provas fechadas; que trazem mais interatividade e praticidade para dentro das salas de aula, atraindo a atenção de alunos, principalmente os que nasceram no contexto dessa revolução tecnológica; que facilitam o aprendizado por meio de novas formas de ensino; ou tendências que podem parecer distantes do nosso cotidiano, mas vêm sendo estudadas e serão presença certa nas escolas em algum tempo. Tudo isso, claro, pensando nos principais propósitos da educação – compartilhar o conhecimento e formar cidadãos. Boa leitura!

ferramentas tecnologicas para educação

1 – Aprendendo sem sair de casa (ou de onde você estiver)

No século XXI você não precisa ir até a sala de aula para obter ou compartilhar aprendizado. As escolas continuam sendo centros de formação e as universidades, espaços de pesquisa e difusão do conhecimento. No entanto, as principais universidades do mundo – como Harvard, Stanford ou a Massachussets Institute of Technology (MIT) – viram que é possível proporcionar o ensino (por meio de cursos) a milhares de pessoas ao mesmo tempo.

Aliás, uma das tendências da educação hoje em dia são os chamados MOOCs (sigla, em inglês, para Massive Online Open Courses, ou, em bom português, Cursos Online, Abertos e Massivos). Em geral, os cursos são preparados com vídeos e textos por um ou mais professores. Uma vantagem é que, além de boa parte desses cursos ser gratuito, é que você não precisa se comprometer com uma carga horária diária ou semanal com os estudos. Ao contrário, você encaixa os cursos de acordo com a sua disponibilidade. Além disso, como esse tipo específico de curso de educação à distância é geralmente oferecido por algumas das melhores universidades brasileiras e estrangeiras, a excelência do conteúdo é garantida.

Outra vantagem é que não importa sua área de interesse, é bem provável que você encontre um curso à distância que te interessa. Os MOOCs estão disponíveis (inclusive em português) para as áreas de matemática ou história da arte, física quântica ou geografia política. Basta pesquisar – e, para não perder muito tempo migrando de um site para outro, algumas plataformas agregam uma infinidade de MOOCs em um só lugar. É só pesquisar, se inscrever e compartilhar conhecimento com estudantes de diversos países que tenham o mesmo interesse que você. Seguem algumas opções:

  • Coursera: criada por professores da Universidade de Stanford, na Califórnia, Estados Unidos, reúne em um só site 1.477 cursos de 135 instituições parceiras. Ao todo, a ferramenta calcula ter formado mais de 16 milhões de aprendizes.
  • Veduca: ferramenta nacional que conta com mais de 800 mil estudantes cadastrados. Ela agrega cursos online das melhores instituições de ensino do Brasil, como a Universidade de São Paulo (USP), Universidade de Brasília (UnB) e a Universidade de Campinas (Unicamp) e também de universidades das mais renomadas em todo o mundo, como a Massachussets Institute of Technology (MIT) e a Universidade de Harvard.
  • Udacity: criado após um experimento feito por professores da Universidade de Stanford. Os cursos são definidos por temas e nível de dificuldade (iniciante, intermediário e avançado). Um diferencial é que os vídeos são permeados por perguntas e respostas no estilo “quiz”, para que o conteúdo seja mais bem fixado pelos estudantes.

Resumindo: uma ótima forma de se capacitar sem gastar dinheiro e nem sair de casa (ou do lugar onde você estiver). Neste outro post nós explicamos melhor como funcionam os MOOCs e damos algumas dicas.

2 – Gravando vídeos

Há alguns anos surgiram no Brasil programas na TV que ajudavam a difundir conteúdos básicos ensinados dentro da sala de aula. O Telecurso 2000, por exemplo, simulava situações do cotidiano e utilizava dos recursos audiovisuais para fixar no aluno-telespectador uma determinada matéria. O problema é que a grade de horários da televisão brasileira forçava esse programa a ser exibido em um horário muito cedo e o estudante não tinha qualquer controle sobre a aula que seria exibida em cada dia. No entanto, docentes e alunos perceberam que o vídeo era uma ferramenta poderosa para ajudar no ensino.

Na onda das inovações tecnológicas, algo que vem ganhando mais espaço dentro das salas de aula é o uso do vídeo. A vantagem é que os 50 minutos de aula ficam gravados para o professor e podem ser compartilhados pelos alunos. Não entendeu algum ponto específico do que foi tratado em classe? Basta voltar o vídeo e assistir de novo.

Dessa maneira, algumas ferramentas foram desenvolvidas para facilitar o processo. Caso do aplicativo Replay4me, que faz com que o professor possa gravar e avaliar suas aulas. O objetivo dele é, com isso, encorajar os professores a reverem sua postura, atitudes e habilidades dentro de sala de aula. Os vídeos são compartilhados dentro da plataforma do Replay4me com os alunos e, assim, o aplicativo pode assumir um papel de “Netflix da educação”, como dizem seus criadores. Isso porque o aluno recebe recomendações sobre o que é o conteúdo ideal de acordo com o seu perfil.

Os professores podem ainda pedir feedback sobre sua performance para colegas e coordenadores. O uso do app depende da aquisição das escolas e, junto com ele, vem junto também uma base giratória com sensor para acompanhar os movimentos dentro da sala de aula e estabilizar a câmera.

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3 – De olho nas telinhas

São mais de 150 milhões de unidades de smartphones e outros 25 milhões de tablets em todo o país. Isso representa praticamente um dispositivo por habitante. Com esse volume de equipamentos no Brasil não é nenhum exagero afirmar que as telas “touch” são uma das tendências para a educação. Aliás, quem concluiu isso foi o Unesco, braço da Organização das Nações Unidas (ONU) para a educação e a cultura.

E isso por que essas ferramentas têm uma série de funcionalidades, como acesso a internet, velocidade de compartilhamento de informações e portabilidade, já que podem ser levadas para qualquer lugar e permitem que o usuário esteja sempre se movimentando, sem perder suas características.

4 – E também nas telonas

Além das telinhas de smartphones e dos tablets, as telas também invadiram as salas de aula, tomando o lugar de um item histórico, o quadro negro. Substituir o quadro negro por lousas digitais diz muito sobre a busca por levar mais tecnologia para as salas de aula. As lousas digitais são como telas gigantes de computador, porém sensíveis ao toque. Com elas é possível, por exemplo, exibir slides programados com o conteúdo de uma determinada aula e navegar em sites com materiais complementares, ao mesmo tempo.  Outra possibilidade é que os alunos também podem interagir com a lousa 2.0, da mesma maneira como fazia quando o professor o chamava para resolver um exercício no quadro negro.

Uma vantagem em relação ao uso do quadro negro ou mesmo da lousa escrita com pincel atômico é que, com a lousa digital, os alunos não precisam se concentrar somente em anotar o conteúdo, já que o professor pode salvar todas as anotações que fez durante a aula e enviá-las por e-mail aos estudantes. Dessa maneira, os alunos podem focar a atenção no que está sendo transmitido pelo educador e não com o que está escrito no quadro.

5 – Por dentro dos livros-multimídia

As telas também têm revolucionado o mais elementar dos objetos ligados à educação: o livro didático. Os tradicionais, nós conhecemos bem, usam das palavras, ilustrações e fotografias para transmitir ensinamento. No entanto, o mercado editorial abriu espaço para livros-multimídia, que além das palavras, ilustrações e fotografias podem adicionar áudios, vídeos, infográficos 3D e outros elementos. Isso graças à tecnologia e à popularização dos dispositivos “touchscreen”, ou seja, das telas sensíveis a toque. É prático, interativo e agrega um maior número de possibilidades ao conhecimento.

Algumas empresas desenvolveram aplicativos que mudam o formato ao qual nos acostumamos durante anos. Com isso, alguns conteúdos mais complicados de serem assimilados por estudantes ganham elementos que podem facilitar a compreensão.

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6 – A febre dos aplicativos

A razão de ser dos smartphones e dos tablets se deve muito em função das facilidades que os aplicativos trouxeram aos usuários. Com um clique, um programa desenvolvido para aquele aparelho e que garante informações em tempo real, entretenimento ou aprendizado. Sim, os apps de educação existem – e estão por toda a parte. Seja qual for a matéria que você está ensinando ou aprendendo, há ferramentas boas que podem ser utilizadas em qualquer lugar.

É óbvio que o ensino em sala de aula por meio dos indispensáveis professores não será substituído por aplicativos. Mas estes podem ajudar alunos a fixar um determinado conteúdo, tornar as aulas mais atraentes e dinâmicas e criar uma relação de maior proximidade entre docentes e alunos. Abaixo, uma lista com 5 apps que podem revolucionar suas aulas.

  • History: Maps of World – Disponível para formato iOS, esse aplicativo reúne mapas antigos e modernos de todas as partes do mundo. Dessa forma, uma aula sobre a Primeira Guerra mundial fica muito mais clara ao ser ilustrada pelos mapas da época e com as mudanças que seguiram ao longo do conflito.
  • Grammar Up HD – Coloque seus alunos para praticar o vocabulário em inglês de uma forma mais divertida que a tradicional decoreba. São 1.800 palavras em um quiz de múltipla escolha. Compatível com iPad.
  • Geogebra: Disponível nas plataformas iOS e Android, o app usa da interatividade para ensinar lições de álgebra e geometria. O aplicativo é gratuito.
  • Acentuando – Mais uma “mão na roda” para quem tem dificuldades com a gramática. Oferece três níveis de dificuldade e dá dicas de acentuação de uma maneira divertida.
  • Fórmulas Free – Disponível para aparelhos com sistema operacional Android o app, como o nome já diz, entrega de bandeja as principais fórmulas matemáticas – das mais simples, às mais difíceis de decorar. O aplicativo funciona também offline.

7 – Corrigindo provas de uma maneira inovadora

É um verdadeiro drama na vida de professores, sobretudo os que dão aulas para várias turmas de diferentes séries e em mais de um colégio – o que é a realidade da maior parte dos docentes no Brasil. Pilhas e pilhas de provas sendo transportadas do colégio para casa e a certeza de que há muito trabalho pela frente durante a correção de testes. Felizmente, a tecnologia também já achou uma solução para esse caso.

Trata-se do Prova Fácil na Web, um software que auxilia os professores na correção de provas de múltipla escolha. Produzido pela Starline, uma empresa brasileira de tecnologia em educação, ele funciona de forma simples e ajuda os docentes a economizar tempo ao automatizar uma tarefa meramente mecânica: comparar as folhas de respostas dos alunos com o gabarito oficial do teste. Basicamente, o professor grava as respostas de cada uma das questões no software e, de posse de um smartphone, “escaneia” a prova de um aluno a partir da câmera de seu celular. A folha de respostas é “copiada” para o sistema que faz a comparação com o gabarito oficial automaticamente. Simples, não é? Mas o software também tem outras vantagens além da economia de tempo e de trabalho:

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8 – Como gerenciar uma escola com ajuda da tecnologia?

Como é o dia-a-dia de quem é responsável pela gestão de uma instituição de ensino? Aliar o bom relacionamento com pais de alunos, professores, estudantes, fornecedores, prestadores de serviço e funcionários, manter as contas organizadas e em dia, lidar com outros aspectos financeiros e administrativos, entre mil outras funções. O diretor de uma escola é, hoje, mais que nunca, multitarefa. E em que aspecto a tecnologia também pode ocupar um papel de destaque nessa área? A resposta para essa pergunta está na capacidade de as novas ferramentas conseguiram gerenciar e organizar, em um único software, todas essas facetas que permeiam o cotidiano de um gestor de ensino.

O modelo que vem sendo usado nas escolas mais modernas do país é o ERP – sigla em inglês para Sistema de Gestão Empresarial -, que nada mais é que um método de gestão aplicado a instituições de ensino. Com ele é possível, por exemplo, que os pais de alunos acompanhem em tempo real e em qualquer lugar o desempenho de seus filhos na sala de aula.

Quer um exemplo? O Smart, também desenvolvido pela Starline. Uma plataforma de gestão escolar que agrega espaço para as obrigações financeiras e acadêmicas, sem desprezar o contato com o professor e o aluno. Com isso, você pode acompanhar de perto os resultados acadêmicos e o desenvolvimentos de seus estudantes, organizar documentos essenciais de cada um deles – histórico escolar, boletim, por exemplo – e outras vantagens.

  • Conteúdo é totalmente disponibilizado pela internet, permitindo o acesso de gestores, docentes, pais de alunos e estudantes em qualquer lugar
  • Otimização de vagas de alunos por turmas
  • Melhoria no fluxo de informação e processos operacionais

9 – Organização é o mapa da mina

Se você já ouviu que “tempo é dinheiro”, perder horas, dias ou meses com um planejamento que poderia ser simplificado é perda não só de dinheiro, mas de saúde, qualidade de vida e também de investimento. Deixar de pensar em outros fatores mais importantes, como o planejamento de aulas e a manutenção de uma rotina acadêmica saudável, para resolver atividades burocráticas pode sair muito caro. Uma pesquisa apontou que, somente com a elaboração de quadro de horário, por exemplo, professores e docentes demoram cerca de dois meses!

Isso porque é um tarefa enorme conciliar os interesses e disponibilidades de todos os envolvidos. Professores frequentemente dão aulas em mais de uma escola e para diferentes turmas e séries, o que limita as possibilidades. E se a tecnologia, com sua velocidade, pudesse fazer as combinações necessárias até chegar a um modelo perfeito de quadro de horários que agradasse a todos? Isso existe.

O Grid Class é uma ferramenta que utiliza da velocidade de processamento de algoritmos para chegar no resultado perfeito para um quadro de horários que possa organizar os horários dos professores e dos gestores escolares, ter um sentido lógico para os alunos e orientar todo o ano letivo. Com ele, é possível elaborar mais de quadro de horário, diversas turmas ao mesmo tempo e mais de uma unidade escolar, o que é ideal para instituições de ensino com mais de uma filial espalhadas pela cidade ou mesmo em diversas cidades.

Este vídeo contém uma explicação detalhada do processo.

10 – Quando o corpo fala

Além do ensino à distância, outras tendências identificadas por estudiosos e pesquisadores da área podem mudar, em alguns anos, a forma como conhecemos a educação hoje. Uma delas é conhecida como “Quantified self movement” (QS), que vem sendo desenvolvida e aperfeiçoada por cientistas e professores do Massachussets Institute of Technology (MIT), uma das principais instituições tecnológicas e educacionais do mundo, localizada nos Estados Unidos.

Essa tecnologia é capaz de monitorar, por meio de sensores, o estado fisiológico de uma pessoa e, a partir dessas informações, recomendar os estímulos mais eficazes. Essa ferramenta, como podemos imaginar, vêm sendo pensada como solução na área da saúde. Identificar, em tempo real, sintomas e o estado clínico de um paciente pode levar a um médico tomar decisões mais rápidas, recomendar um medicamento em detrimento de outro ou determinar uma internação.

No entanto, as mesmas bases da tecnologia QS podem, ao mesmo tempo, revolucionar o ensino. Isso mesmo! Após uma maratona de aulas, semana de provas ou de testes, é possível saber o estado fisiológico de cada aluno durante uma determinada aula, coletando sinais de cansaço ou estresse, por exemplo. A partir daí o professor pode ter mais cuidado (ou menos pressa) ao passar os conteúdos já que a absorção de novas informações pelos estudantes pode ficar prejudicada. Além disso, será possível saber de que maneira o conhecimento é mais bem assimilado pelos alunos e, a partir disso, a tarefa do docente de preparar uma aula ganha ainda mais importância. Outra possibilidade é monitorar a postura do aluno dentro da sala de aula.

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