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GAP de aprendizado: Onde está o problema?

“Quero só o meu diploma”. “Os professores estão mal preparados”. “Não precisei estudar durante a faculdade”. “Faltam profissionais”. “Está sobrando vagas no mercado de trabalho”. Já ouviu alguma dessas frases? Com certeza sim, e os motivos que levaram essas pessoas a proferir cada uma delas impacta direta ou indiretamente no que se conhece por gap (lacuna) de aprendizado.

Existem vários motivos que podem fazer com que um estudante saia do ensino superior com um déficit no aprendizado; no entanto, quando esse impacto atinge uma maioria e isso interfere diretamente na qualidade dos profissionais que vão para o mercado trabalho, é preciso reavaliar todo o processo educacional.

O gap de aprendizado desses alunos que, teoricamente, estão sendo preparados para o mercado de trabalho, pode ser bem mais complexo. A questão é que não há um vilão isolado nesse processo: todos os envolvidos, sejam alunos, professores, a instituição e até mesmo as empresas que vão contratar esses profissionais contribuem para esse problema.

Onde está o problema?

Antes de qualquer coisa, a própria estrutura do Ensino superior no Brasil encontra-se um tanto quanto desorganizada. Universidades, centros universitários, faculdades isoladas, institutos superiores ou centros de educação tecnológica se resumem ao Ensino Superior, sendo que as diversas realidades desse contexto são totalmente diferentes e carregam especificidades e problemas variados. A partir daí, já se percebe que a inclusão dos alunos não acontece de forma direcionada: todos podem ocupar seus lugares em salas de aula, sem se preocupar se aquela instituição atende as suas expectativas e necessidades.

Em paralelo a isso, o mercado de trabalho exige cada vez mais capacitação dos profissionais, porém sem se preocupar com as reais condições que oferecem para essa tal capacitação. As cargas horárias de trabalho se mantém niveladas com a era industrial, as condições salariais são proporcionais à formação pela qual você ainda está correndo atrás e, por fim, a concorrência só aumenta.

Dentro deste cenário de total desequilíbrio temos os alunos que estão em busca da sonhada graduação, os professores e educadores, que também enfrentam dificuldades com as condições de trabalho, e, claro, a concorrência desleal entre as instituições, que para se manter precisam buscar a laço seus clientes (ou seja, os estudantes).

Claro que o processo de busca da qualidade é decisivo para qualquer instituição, pois os órgãos reguladores exigem esse controle da qualidade para que as instituições possam ser credenciadas ou manter-se em funcionamento. No entanto, as avaliações, principalmente, do nível de conhecimento dos alunos e da capacitação dos professores, não tem sido tão enérgico, o que permite a “formação” de profissionais despreparados.

Certamente, mais que oferecer um ensino de qualidade, é preciso ter alunos interessados em conhecimento, não em diploma. A formação superior deve ser compreendida como um período de aprendizagem, troca de conhecimento e experiências, e é para isso que os alunos devem direcionar sua atenção, a fim de se tornarem profissionais cada vez mais completos, capazes de dominar suas respectivas áreas de atuação.

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