Gestão de tempo do professor e o SGP

10 de agosto de 2015
gestão de tempo do professor

Vida de professor não é mole, todos hão de concordar. A rotina corrida é preenchida por pesquisas, planejamentos de aula, elaboração de trabalhos, estudos (sim, nunca param de estudar), reuniões com diretores, com pais, elaboração, aplicação, correção e revisão de provas, acompanhamento de turmas… Uma lista infinda de atividades. É um cenário que pede organização e todos os mecanismos que possam otimizar o tempo e, consequentemente, reduzir custos.

A utilização da tecnologia é uma verdadeira mão na roda para esses profissionais. O Sistema de Gestão de Provas (SGP) surgiu com a finalidade de facilitar a vida dos professores, acelerando o tempo de resposta às atividades. Com praticidade, o sistema permite que o professor prepare as questões levando em conta o desenvolvimento da turma, avalia o aprendizado individualmente, gera estatísticas para comparação do processo de aprendizagem e possibilita um planejamento pedagógico mais assertivo, respeitando as individualidades que são refletidas nas avaliações, levando à adoção de um ensino personalizado, que trabalha com mais afinco os pontos de deficiência.

É notório que o tempo gasto com as correções manuais interferem drasticamente no processo educacional. Quando um professor corrige uma prova de múltipla escolha através do SGP, tem automaticamente uma estatística de aprendizado que pode ser comparada a outras turmas e de séries diferentes, oferecendo um parâmetro mais preciso sobre o rendimento do aluno. Menos tempo corrigindo, mais tempo acompanhando de perto cada indivíduo. Com isso, os custos da instituição também diminuem, pois é um processo que traz benefícios a todos os envolvidos. Os professores conseguem entender melhor como sua metodologia é aceita, já que possuem ferramentas mais precisas para autoavaliação, a instituição ganha em qualidade, e o ciclo da educação se renova para melhor.

Ao final, o professor ganha também em liberdade para investir em outras formas de ensino, buscando conteúdos complementares, criando atividades lúdicas e mais envolventes para os alunos, não restritas exclusivamente à sala de aula. E se falamos sempre que tempo é dinheiro, quem não ficaria mais bem disposto para trabalhar se tivesse mais tempo livre para fazer o que quiser? É menos estresse, mais qualidade de vida para alunos e corpo docente.

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