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Vida de professor

Provas e exercícios online: porque estes são os melhores métodos para preparar seus alunos

Depois da divulgação do resultado das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), no início de janeiro, a atenção se volta, novamente, para as provas que vão ser aplicadas no fim do ano. Embora o calendário oficial ainda não tenha sido divulgado pelo Ministério da Educação (Mec), o que deve ser feito até o mês de maio, historicamente os testes mais aguardados pelos estudantes brasileiros devem ser aplicados entre os meses de outubro e novembro. Pode parecer longe mas, como todo mundo sabe, a preparação para o Enem deve ser feita ao longo de todo o ano para que o resultado seja positivo.

Se não houver nenhuma mudança promovida pelo Mec, o Enem deve ser dividido, mais uma vez em dois dias de provas. No primeiro dia, um sábado, os estudantes deverão responder a 90 questões de múltipla escolha nas provas de Ciências Humanas e suas tecnologias e de Ciências da Natureza e suas tecnologias – ao todo, são 4 horas e meia de prova neste primeiro dia. No segundo dia de provas, um domingo, o exame vai testar os conhecimentos dos inscritos nas áreas de Matemática e suas tecnologias e Linguagens e suas tecnologias. Além disso, os alunos devem escrever uma redação. Ao todo, são 5 horas e meia de provas no segundo dia.

Hoje, o Enem é a principal porta de entrada para o ensino superior no Brasil. A maioria dos inscritos busca, claro, ingresso em alguma universidade pública. Com uma disputa tão acirrada, perguntamos: Como se preparar para o exame que é, provavelmente, o mais importante da vida de cada um dos alunos que estão ali? No artigo de hoje vamos contar tudo sobre provas e exercícios online que são, sem dúvida, a maneira mais prática e eficaz de testar os conhecimentos dos seus alunos para o exame.

Como funcionam as provas e exercícios online?

Dois adjetivos podem definir as vantagens das provas e exercícios online: rapidez e praticidade. Pense em um professor do 3º ano do Ensino Médio ou de um cursinho pré-vestibular. As grades de horários são complicadas e devem aliar as aulas em diversas salas (para um número de alunos que pode chegar a 80 em algumas delas), de diferentes unidades da mesma rede e, em muitos casos, mais de uma escola. Isso significa uma verdadeira maratona para conciliar horários e dar conta de todos os compromissos. Dentre eles está a correção de exercícios feitos pelos alunos dentro da sala de aula, certo?

Pilhas e mais pilhas de papeis que, inevitavelmente, passarão a morar com você na sua casa até que você tenha corrigido e entregado tudo a seus alunos para que possam avaliar os resultados. Logo depois, mas uma pilha de exercícios para corrigir. Além do trabalhão de corrigir questões fechadas – algo que não agrega em absolutamente nada ao seu trabalho -, todo esse volume de afazeres acumulados gera um cansaço que prejudica bastante tanto a vida pessoal quanto o andamento dos compromissos profissionais.

Os exercícios online, no entanto, utilizam da internet para encurtar tempo e a distância. Uma opção é o Prova Fácil Soluções, desenvolvido pela empresa brasileira Starline, especializada em tecnologia para a educação. Funciona da seguinte maneira: o professor instala um software em seu computador ou até mesmo em um smartphone ou tablet.

Com a ferramenta, ele pode elaborar e diagramar uma prova de questões de múltipla escolha e enviar para seus alunos por email. O principal é que é o software que vai corrigir as provas uma por uma. O professor responde, no dispositivo, a todas as questões fechadas, em uma espécie de gabarito oficial. Com as respostas salvas, após os testes serem entregues pelos alunos, a ferramenta compara um gabarito com o outro e em instantes calcula o resultado obtido pelo aluno. O Prova Fácil oferece ainda outras vantagens, confira:

  • Elabore e gerencie um banco de questões: Você não precisa elaborar uma prova do início por vez. Ao contrário, pode adicionar diversas questões (elaboradas por você mesmo ou que já caíram em provas anteriores) a uma espécie de biblioteca virtual ao longo do semestre letivo.
  • Questões fáceis e questões difíceis: O método utilizado para a correção do Enem é o TRI – Teoria de Resposta ao Item. Essa técnica dá mais pontos a quem acerta mais questões que menos gente acertou (perguntas difíceis) que quem acerta questões que mais pessoas responderam acertadamente (perguntas fáceis). Com a ferramenta, você pode separar as questões conforme o seu nível de dificuldade. Isso permite saber o nível da prova que você está aplicando e até mesmo elaborar testes diferentes para alunos de uma mesma sala sem perder o critério da igualdade.
  • Escolha o melhor formato: Quantas questões de geometria, de álgebra e matriz em cada prova de matemática? Você pode escolher formatos diferentes ou criar um a partir das suas necessidades. Dessa maneira, pode se alterar a forma, distribuição e número de questões.
  • Relatórios de avaliação personalizados: Logo após o software corrigir os testes é possível gerar relatórios personalizados automaticamente. Os gráficos vão te dizer qual a evolução do desempenho escolar do estudante. Suas notas estão melhorando ou piorando? A partir desses relatórios você pode optar por dar uma atenção diferenciada a quem tem mais dificuldade em determinada matéria ou focar um assunto que a classe, em geral, esteja  Dessa maneiras, você pode acompanhar mais de perto ou comparar o desempenho escolar do estudante;
  • Integração e segurança: Você pode integrar o sistema utilizado na sua escola com o utilizado para elaborar suas provas, tudo isso em um ambiente online e seguro.

COMO FAZER PROVA ONLINE com o prova fácil

O melhor método para aprender e memorizar os conteúdos que serão cobrados na prova

Uma pesquisa feita por cientistas norte-americanos e publicada pela Association for Psychological Science, uma organização sem fins lucrativos sediada nos Estados Unidos, confirmou o que boa parte dos docentes já sabe: exercícios são a melhor forma para que seus alunos possam aprender com qualidade, garantindo a memorização do conteúdo e a fixação da matéria. A pesquisa listou 10 métodos de estudo e organizou um ranking com os mais e os menos eficientes. Em primeiro lugar, claro, estão os exercícios.

De acordo com o estudo, alunos que têm o hábito de responder a questões e resolver simulados para testar seus conhecimentos obtém resultados melhores que se utilizarem outros métodos. O estudo classificou esse método como de “alta efetividade” por causa da variedade de formatos. Ou seja, diferentes formatos de exercícios podem ajudar a aprender de diferentes maneiras e memorizar melhor o conteúdo. Isso porque questões de múltipla escolha, testes de preencher lacunas e questões dissertativas, por exemplo, são frequentemente aplicados nesses tipos de exercícios e, cada um a sua maneira ajuda o aluno no aprendizado.

Uma segunda vantagem é a melhor fixação do conteúdo. Uma boa dica é fazer um teste inteirinho e depois de um tempo repetir os exercícios que você errou. Segundo a pesquisa, ver uma mesma pergunta pela segunda vez, depois de um tempo e não logo depois de tê-la visto pela primeira vez ajuda na fixação do conteúdo.

Aplicar exercícios é um método utilizado pela grande maioria dos professores. Isso porque esses testes conseguem medir o grau de aprendizado de um determinado aluno com relação ao conteúdo que foi transmitido nas últimas aulas com certa eficácia. A partir daí tanto o professor (com os testes da classe em mãos) quanto o aluno (após a correção dos exercícios) podem se planejar para corrigir os erros até a aplicação da prova.

E como usar os exercícios a favor do aprendizado de seus alunos? Uma boa alternativa é simular uma prova online de acordo com o método utilizado no Enem. Ou seja, elabore uma prova com 90 questões de Ciências Humanas e suas tecnologias e dê um prazo de até duas horas para que seus alunos resolvam todo o teste e enviem os exercícios com o gabarito preenchido. Peça a colegas de outras áreas que façam o mesmo com as outras matérias da prova. Dessa forma, ao longo do ano letivo você pode condicionar seus estudantes a adquirirem uma certa disciplina com relação ao tempo, que é um dos maiores obstáculos para a realização das provas do Enem. Não são raros os relatos de candidatos que ficaram até o último segundo a que tinham direito e, mesmo assim, não conseguiram completar a prova.

Uma outra dica tem a ver com a pontuação. Após a realização de simulados, exercícios online e provas online os alunos costumam ficar ansiosos para saber os seus resultados. Normal, já que é essa pontuação que vai dar parâmetros de comparação para os estudantes medirem que matéria estão melhor e quais precisam se dedicar mais. Com a ajuda do software Prova Fácil você pode se basear no método Teoria de Resposta ao Item (TRI), usado pelo Ministério da Educação para calcular a nota do Enem. No exame mais importante do país, questões diferentes recebem pontuações (ou pesos) diferentes. Um exemplo: se a maior parte dos alunos errou a questão de número 39, os que acertaram vão levar mais pontos nessa pergunta que a de número 12, acertada por boa parte dos estudantes e que, consequentemente, vai valer menos.

E aí vai uma vantagem importantíssima proporcionada pelo Prova Fácil: o próprio software disponibiliza, em gráfico, uma oportunidade de acompanhar a evolução do estudante ao longo do tempo. Com ele é possível saber se os estudos vem surtindo o efeito desejado ou se é preciso dedicar mais tempo de estudo (e de exercícios, consequentemente) a um determinado conteúdo.

Estar online é cultivar uma relação melhor com seus alunos

Houve um tempo – há apenas algumas décadas atrás – em que o professor era um ser praticamente intocável. Os alunos praticamente não abriam a boca em sala de aula e o conhecimento era totalmente restrito ao que o docente passava ali dentro dos muros da escola. As principais palavras que regiam a questão escolar nesse tempo era respeito, ordem e disciplina. Isso não quer dizer que não deve haver o máximo respeito entre alunos e professores, mas pode sim, ter uma relação de maior proximidade entre ambos.

Hoje em dia, a geração que ocupa as carteiras nas escolas é bem diferente daquela de algumas décadas atrás. Os alunos querem assumir um protagonismo maior e sabem que podem conquistar seus espaços. Muito dessa noção de sociedade se deve à internet. O ambiente digital esteve presente na vida dessas crianças e adolescentes desde o início, o que não aconteceu, por exemplo, com os professores que dão aulas para elas, que tiveram que se acostumar com novas ferramentas e um novo olhar sobre o mundo. A internet incentiva o olhar coletivo (já que uma das características mais marcantes da rede é a possibilidade de compartilhamento de dados) e a busca por informações (já que, online, os dados são difundidos, procurados e encontrados mais rapidamente).

filmes que inspiram a estudar

Portanto, é saudável não só por conta do relacionamento com o aluno, mas pelo próprio rumo da sociedade do século XXI, que os professores aprendam a lidar com esse novo mundo. Dessa forma, é imprescindível que os docentes também estejam presentes nos ambientes online. Algumas atitudes podem ajudar:

  • Crie uma conta em rede social: a rede social mais popular entre todas, o Facebook, é a que mais atrai os jovens brasileiros. Um levantamento feito pela ComScore apontou que a faixa etária que mais usa essa rede é a que vai dos 15 aos 24 anos. E a adesão aumentou nos últimos anos: passou de 8,7 milhões de usuários nessa faixa etária para 18,1 milhões em apenas um ano. Ou seja, mais que dobrou. Ter um perfil ativo e ser amigo virtual de seus alunos pode criar um vínculo de maior proximidade. E compartilhar textos e dados que acrescentem na formação humana e cidadã desses jovens é extremamente relevante.
  • Participando de grupos de discussão: ferramentas e aplicativos como o Whatsapp, o Messenger ou o Telegram são muito importantes para isso. As mensagens instantâneas (e a possibilidade de compartilhar informações, sejam elas via áudio, vídeo ou imagens) vem ganhando adesão cada vez maior. Esses aplicativos servem para troca rápida de informações e fomentar discussões sobre uma determinada matéria. Por exemplo: um professor de geografia que ensina s crise no Oriente Médio e terrorismo internacional pode compartilhar notícias e pedir a opinião de alunos se alguma novidade sobre o assunto apareceu na última semana.
  • Gerenciando as aulas online: Sugerir leituras, indicar filmes, séries ou peças teatrais que possam acrescentar ao conteúdo das matérias vistas em sala de aula. Tudo isso por email. Já imaginou? O correio eletrônico é uma das formas mais rápidas e eficazes de garantir comunicação com quem quer que seja. Ainda mais hoje em dia, quando ler e enviar emails pelos smartphones é tarefa recorrente.
  • Usar exercícios online para medir o aprendizado de seus alunos: como já dissemos, os exercícios online não servem apenas para diminuir o aprendizado, mas com as ferramentas que programas como o Prova Fácil possuem, é possível mais que garantir a eficiência do aprendizado, medir o conteúdo aprendido e onde estão as possíveis falhas.

Como usar o Enem da melhor forma para você?

O Enem foi criado há anos como uma forma de avaliar o nível de conhecimento e aprendizado dos alunos que concluíam o Ensino Médio naquela época. A adesão foi bem pequena, comparada ao tamanho da estrutura necessária para realizar o exame hoje: apenas 157 mil estudantes se inscreveram e 115 mil compareceram para realizar os testes. A prova foi ganhando corpo e importância ao longo do tempo. Entre 1998 e 2008 o modelo foi o mesmo e bastante diferente do atual. A prova era aplicada em apenas um dia e tinha 63 questões de múltipla escolha. Hoje, como já dissemos, além de demandar dois dias de dedicação praticamente exclusiva, o conteúdo cobrado no Enem é dividido em 180 questões e uma redação. O novo “desenho” do Enem começou a ser rabiscado em 2009, já com o formato que ele tem hoje. Foram duas grandes mudanças: o aumento das funcionalidades do teste e a mudança no método de correção. Boa leitura!

Até 2008, o público-alvo do Exame Nacional do Ensino Médio era, claro, alunos que concluíam o Ensino Médio mas, principalmente, quem queria tentar obter uma bolsa de estudos em universidades e faculdades particulares por meio do Prouni (Programa Universidade para Todos), do governo federal, cujo objetivo principal é possibilitar pessoas de baixa renda a cursarem o ensino superior. “Passar” no Enem era condição para que esses estudantes pudessem ser aceitos nessas instituições de ensino. A partir de 2009, o Enem se tornou um exame de múltiplas funções.

Além de ser pré-requisito para uma bolsa integral ou parcial no Prouni, o exame também se tornou a principal porta de entrada para o ensino superior público no país. Isso porque, ao longo dos últimos anos, mais de 100 universidades federais ou estaduais, Institutos Federais (IFs), Escolas Superiores (ES) e Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefet) passaram a utilizar o Enem como critério de seleção (seja ele como forma única de ingresso ou utilizando parte da nota). Contando com universidades, centros universitários e faculdades privadas, são mais de 600 institutos de ensino que, de alguma forma, utilizam o exame.

Hoje, esse ingresso no ensino superior é feito por meio do Sisu (Sistema de Seleção Unificada), uma plataforma desenvolvida pelo próprio Ministério da Educação para que o estudante possa escolher o curso e a universidade (que, obviamente, utiliza o Enem como forma de seleção e entrada) que quer cursar. Pelas regras atuais, de posse de sua nota obtida no exame, o aluno pode escolher até duas opções de cursos no Sisu – que tem prazo de inscrição previamente definido. Assim, com o sistema aberto ele acompanha diariamente as notas de corte de cada curso participante espalhado pelo Brasil e pode mudar de opção conforme sua necessidade. O Sisu é oferecido duas vezes no ano, uma no primeiro, outra no segundo semestre.

Bom, além das bolsas no Prouni e do ingresso nas principais instituições de ensino do país, o Enem tem outras funções, o que faz com que seja classificado como exame “multiuso”. Vamos a elas:

  • Financiamento estudantil: o Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) é um programa do governo federal que oferece financiamento de cursos de graduação a juros mais baixos. Na prática, o aluno só paga o curso após a formatura. Para isso, um dos critérios para que tenha acesso ao programa é obter ao menos 450 pontos no Enem, além de não poder ter zerado a redação.
  • Certificado de Ensino Médio: Quem não concluiu o Ensino Médio pode se inscrever no Enem para obter um comprovante de conclusão. Para isso, o candidato (que deve ter completado 18 anos até o primeiro dia de prova) deve tirar, ao menos, 450 pontos em cada uma das quatro provas fechadas do Enem, além de obter, no mínimo, 500 pontos na redação. Até 2008, para obter um certificado, o aluno deveria se submeter a outro teste, o Encceja (Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos).
  • Complementação da nota do vestibular: Instituições de ensino que não aderiram ao Enem de forma integral, permitem que o aluno possa aproveitar sua nota como uma espécie de bônus na seleção.
  • Estudar em Portugal: As Universidades de Coimbra, do Algarve e da Beira Interior, além dos Institutos Politécnicos do Porto, Leiria e Beja passaram a aceitar a nota do Enem de estudantes brasileiros como parte de seus critérios de seleção. No entanto, um dificultador é o preço dos cursos dessas instituições, cuja anuidade chega a € 5 mil, algo em torno de R$ 25 mil.

Agora que você está por dentro dos melhores métodos para preparar seus alunos para o Enem, que tal compartilhar este conteúdo com os seus colegas? Ah, não deixe de comentar quais métodos que você tem utilizado 😉


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