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Tecnologia da informação

Software para educação: 5 utilidades do Prova Fácil

O Prova Fácil é uma ferramenta desenvolvida pela Starline, uma empresa especializada em tecnologia para a educação e que tem como principal objetivo garantir um meio rápido, eficaz, automático e seguro de correção de provas fechadas, de múltipla escolha.

O software foi pensado para resolver um problema crônico no dia-a-dia dos docentes: diminuir o tempo gasto em uma atividade bastante burocrática e que não agrega muito nem no aprendizado, nem no conhecimento do professor. Afinal, corrigir prova fechada é comparar um gabarito oficial com as respostas assinaladas por cada estudante. Uma por uma.

Quem é professor, principalmente quem dá aulas principalmente para alunos do Ensino Médio ou de cursinhos, que estão se preparando para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), sabe o desgaste dessa atividade. As salas de aula estão lotadas e você opta por uma espécie de simulado para testar os conhecimentos de seus alunos que, em poucos meses farão um teste muito parecido com aquele que você está aplicando. Terminado o tempo de aplicação da prova, você leva os testes para serem corrigidos em casa, já que seu horário de trabalho está tomado pelos horários de aula ou atividades extra-classe, como reuniões de professores e elaboração de aulas, provas e… mais simulados. Além de ter que levar trabalho para casa, você enfrenta pressão dos alunos para que os testes sejam corrigidos – e entregues – rapidamente, já que eles estão ansiosos para conferir o resultado e se prepararem para o próximo teste.

E como resolver esse problema? O principal é identificar que a tecnologia pode auxiliar, e muito, no dia-a-dia de professores, alunos e diretores de instituições de ensino. Se bem empregada, a tecnologia pode funcionar de ponte para resolver questões que ainda representam entraves para as atividades dos docentes. O Prova Fácil é um exemplo prático. E, neste artigo, vamos apresentar 5 utilidades desta ferramenta. Boa leitura!

Economizando tempo: o principal diferencial do Prova Fácil

Como já dissemos, entender que a tecnologia pode provocar desde mudanças pequenas até grandes revoluções na forma de se ver e agir no mundo é fundamental. Isso é possível por meio de um aplicativo no smartphone em que você consegue solicitar um táxi ou um Uber, acompanhar seu trajeto até o local onde você está e pagar com cartão de crédito, pelo aplicativo, de forma virtual. Ou ainda, pedir comida pela internet dentre uma lista de boas opções e sem precisar sair de casa. Ou, em uma escala maior, se comunicar com um conhecido ou desconhecido que vive no Japão. Na educação, claro, não seria diferente. Serviço de primeira necessidade, o ensino pode ser revolucionado com o auxílio da tecnologia.

E é nessa lógica que surge o Prova Fácil, com um diferencial que é o de olhar para dentro da rotina do professor e passar a enxergar onde estão os excessos e cortar o que pode ser tirado dali – sem prejudicar a qualidade do aprendizado, que é sempre o objetivo principal. E como funciona o Prova Fácil? Primeiramente, ele se baseia no uso de um software para corrigir, automaticamente, questões de múltipla escolha. Funciona da seguinte maneira: com a ferramenta instalada em seu computador, o professor, primeiro, escolhe um modelo de prova já formatado com o número de questões que deseja colocar no teste. Em seguida, preenche uma espécie de “gabarito oficial”, que será a base de comparação do resultado final com as folhas de resposta entregues pelos alunos.

Com os gabaritos dos estudantes em mãos, o restante do trabalho fica por conta da ferramenta. A câmera de seu smartphone faz as vezes de um scanner e “copia” as marcações da folha de respostas. A partir daí, em questão de segundos o software compara as marcações com o gabarito oficial e já mostra, na tela, qual a nota que o aluno tirou. Dessa forma, as dezenas de provas dos alunos de uma sala lotada – e que você não demoraria menos do que algumas horas para corrigir – estarão corrigidas em poucos minutos.

Como usar o Prova Fácil para fazer simulados e provas online

software para educação

Uma outra funcionalidade importante do “Prova Fácil” é utilizá-lo como uma ferramenta capaz de gerar provas e exercícios online e utilizá-los como simulados na preparação de testes. É o que muitos professores já vêm fazendo para preparar seus alunos para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que acontecerá em algum fim de semana entre os meses de outubro e novembro.

Para isso, primeiro, é preciso conhecer as especifidades do teste. No caso do Enem, seguindo o formato adotado nos últimos anos, são dois dias de provas. No primeiro dia, um sábado, os estudantes deverão responder a 90 questões de múltipla escolha nas provas de Ciências Humanas e suas tecnologias e de Ciências da Natureza e suas tecnologias – ao todo, são 4 horas e meia de prova neste primeiro dia. No segundo dia de provas, um domingo, o exame vai testar, novamente em mais 90 questões fechadas, os conhecimentos dos inscritos nas áreas de Matemática e suas tecnologias e Linguagens e suas tecnologias. Além disso, os alunos devem escrever uma redação. Ao todo, são 5 horas e meia de provas no segundo dia.

Hoje, o exame é a principal porta de entrada para o ensino superior no Brasil. Não por acaso mais de 7 milhões de estudantes se inscreveram no exame aplicado no último ano. A grande maioria buscava, claro, ingresso em alguma universidade pública. Neste ano, estão sendo disponibilizadas nada menos que 228 mil vagas em 131 instituições públicas de ensino superior. Ou seja, em números brutos, a concorrência fica na casa de mais de 30 candidatos para cada vaga.

E porquê é importante usar das provas online para preparar seus alunos e que eles possam se sair bem no Enem? Os exercícios online utilizam da internet para encurtar tempo e distância entre alunos e professores. A lógica funciona da mesma maneira que já dissemos do Prova Fácil. Ou seja: o professor instala um software em seu computador e, com a ferramenta, pode elaborar e diagramar uma prova de questões de múltipla escolha.

O diferencial é que essa prova pode ser enviada aos seus alunos por email. Dessa forma, não é preciso que alunos e professores estejam no mesmo horário e no mesmo lugar para que esses simulados possam ser feitos. A ideia, na verdade, é justamente o oposto: possibilitar que o professor elabore uma prova e o aluno consiga fazer à distância, no tempo em que se sente melhor. E, no caso específico do Enem, é possível elaborar uma prova online bastante parecida com o que será aplicado no dia do exame de fato. Essa é outra funcionalidade da ferramenta que vamos apresentar abaixo.

Por que é importante gerenciar um banco de questões?

Um dos diferenciais oferecidos pelo software Prova Fácil é que, mais que um corretor automático de questões, ele pensa em outras funcionalidades que fazem diferença na vida dos professores. Uma das mais importantes delas é o banco de questões. A ferramenta permite que o docente gerencie uma espécie de biblioteca de perguntas que pode ser adicionada a uma prova em qualquer tempo. Dessa forma, o professor não precisa, sempre que for criar um teste novo, tirar do zero todas as questões que necessitar. Dessa forma, ele pode criar questões ao longo do ano letivo e adicioná-las ao banco de questões, ou acrescentar ali perguntas que foram utilizadas em outros testes e que julgar interessante.

Gerenciar um banco de questões também implica em separar as perguntas conforme seu nível de dificuldade. E, se o professor souber fazer isso de maneira correta, o Prova Fácil pode ser usado como um excelente mecanismo de preparação para o Enem. Isso porque o exame mais importante do país mescla questões fáceis, médias e difíceis para avaliar os seus candidatos. E os acertos influenciam diretamente no resultado obtido.

É o que prevê a Teoria de Resposta ao Item (TRI), método de correção adotado pelo Ministério da Educação para contabilizar a nota de cada estudante que fizer o Enem. Trata-se de um sistema capaz de analisar as questões acertadas e erradas pelo aluno e dar um peso diferente para cada uma delas. Dessa forma, um aluno que acertou o mesmo número de questões que outro pode ter uma nota diferente, e isso não é nenhuma injustiça.

O TRI divide as questões em grupos de perguntas fáceis, médias e difíceis. As mais fáceis “valem menos” e as mais difíceis somam mais pontos para o estudante. Dessa forma, ele é punido menos por uma eventual desatenção ao resolver uma questão mais simples, mas é premiado ao utilizar o raciocínio correto para acertar uma pergunta mais elaborada. E, exatamente por isso, o TRI é conhecido como método “anti-chute”, já que dificulta mais a vida de quem acertou uma questão baseada apenas na sorte de escolher entre uma das opções apresentadas.

De acordo com o Instituto de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, órgão do Ministério da Educação responsável por elaborar e aplicar os testes do Enem são três os parâmetros utilizados pela TRI para classificar um item (ou uma questão):

  • Poder de discriminação, que é a capacidade de um item distinguir os estudantes que têm a proficiência requisitada daqueles quem não a têm
  • Grau de dificuldade
  • Possibilidade de acerto ao acaso (chute)

O método parte do pressuposto de que um candidato tende a acertar os itens de nível de dificuldade menor que o de sua proficiência e errar aqueles com nível de dificuldade maior. Ou seja, o padrão de resposta do participante é considerado no cálculo do desempenho. Com a TRI, no entanto, não é possível comparar o número de acertos em uma área do conhecimento, como matemática, por exemplo, com o de outra, como linguagens. Pela teoria, o número de questões por nível de dificuldade em cada prova e as demais características dessas questões afetam o resultado. Ou seja, acertar 40 itens em uma área não significa, necessariamente, ter uma proficiência maior do que em outra, cujo número de acertos tenha sido 35. Além disso, por serem áreas do conhecimento distintas, não é possível fazer uma relação direta entre as escalas de proficiência.

Há ainda outras vantagens para quem utiliza a TRI como método de correção de questões. Uma delas é que é possível elaborar provas diferentes para os alunos de uma mesma classe, por exemplo, sem que isso gere algum desequilíbrio na dificuldade do teste como um todo, o que poderia suscitar questionamentos. Outra vantagem é que essas provas podem ser aplicadas em qualquer período do ano, com grau de dificuldade semelhante, o que permite com que os resultados possam ser comparados ao longo do tempo.

Dessa maneira, ao elaborar seu banco de questões e, depois, as provas que serão aplicadas aos alunos, pense em mesclar as perguntas conforme o grau de dificuldade. Dessa forma, você estará preparando melhor seus estudantes, futuros candidatos a uma vaga em universidade pública, para o Enem.

Avaliando o aluno a partir de seus resultados: a importância de gerar relatórios automáticos

software para educação

Depois de municiar seu banco de questões, diagramar e formatar uma prova conforme seus objetivos, elaborar e enviar o teste para seus alunos, basta que você aguarde a folha de respostas preenchida pelos estudantes. Como já dissemos, a partir daí, de possa desses gabaritos, o software faz o trabalho principal, que é corrigir as questões, destacar os acertos dos erros e mostrar a nota que o estudante tirou naquele teste.

Simples, além de o professor não ter que se debruçar sobre um gabarito, comparando-o com a folha de respostas original, o resultado sai na hora, em tempo real. A partir daí entra em ação um novo recurso que permite que a nota do aluno seja armazenada e tudo isso possa ser incluído em um relatório. E para que isso serve? A principal utilidade é que, de posse de informações valiosas, o professor possa se programar para atender às dificuldades de um determinado aluno ou de uma classe inteira.

Vamos supor que à medida em que uma matéria (que precisa de um conhecimento básico de álgebra) vá evoluindo ao longo das semanas. Um determinado aluno, que não aprendeu corretamente a matéria lá no início, certamente, ao fazer os testes, notará que sua nota foi caindo ao longo do tempo. Esse gráfico estará detalhado no relatório fornecido pelo Prova Fácil, o que permitirá que o professor se antecipe e procure o aluno para sanar algumas dúvidas que ele possa ter ao longo do processo de aprendizado.

Isso vale também para a classe como um todo. Se o professor observa, pelo relatório, que as notas dos alunos de uma determinada sala são muito díspares de alunos de uma outra turma da mesma série, algo pode estar errado. Ou o comportamento de alguns estudantes, ou o horário da aula ou um outro fator pode estar prejudicando o desempenho desses alunos.

Porque pensar na sua saúde e na sua qualidade de vida é fundamental?

Uma pesquisa feita pelo Instituto Ibope, em 2007, com professores da rede de ensino público do Estado de São Paulo dá a dimensão da profissão de docente no país. Escolher o magistério é optar não só pela magia de transformar a realidade de pessoas, transmitir conhecimento e empoderar estudantes, tornado-os mais críticos, responsáveis e capazes. Mas também por múltiplos empregos, baixos salários e conviver com problemas de saúde. Conforme o levantamento 30 mil dos 250 mil professores (ou seja, 12% do total), faltavam ao trabalho sob justificativa de distúrbios psíquicos causados pelo trabalho. Um ano antes – ainda com dados referentes a São Paulo – a rede de ensino acolheu 140 mil pedidos de licenças médicas, com média de duração de 33 dias de afastamento, em cada uma.

Além de prejuízos para o governo (que investe dinheiro público em docentes que acabam sendo afastados do trabalho por motivo de doença) e para os alunos (que muitas vezes acabam ficando sem aulas devido à ausência de professores substitutos), são inúmeros os problemas de saúde de professores causados por uma rotina de trabalho estressante: aumento da pressão, dores de cabeça, insônia, ansiedade, nervosismo, desmotivação, ganho ou perda de peso, entre outros. Dentre as causas dessas doenças estão:

  • Excesso de trabalho dentro e fora da sala de aula
  • Falta de tempo para descanso e planejamento do trabalho
  • Rotina estafante
  • Falta de um bom ambiente de trabalho
  • Falta de apoio da família e amigos

Dos cinco itens destacados acima, ao menos três deles (excesso de trabalho dentro e fora da sala de aula; falta de tempo para descanso; e rotina desgastante) estão, de alguma forma, vinculados à proposta do “Prova Fácil” – de facilitar a vida do professor por meio da utilização da tecnologia para economizar tempo. Como já deixamos claro acima, deixar de gastar tempo com atividades banais e burocráticas, como a de comparar a folha de resposta de com o gabarito oficial de dezenas de alunos é investir na qualidade de vida do professor. Imagine que o tempo gasto com as correções pode ser convertido em atividades mais úteis e prazerosas, como passar mais tempo com a família, ir ao cinema ou ler livros, preparar as próximas aulas. Ah, e com o Prova Fácil, você pode aproveitar o tempo extra para analisar os relatórios gerados pelo próprio software que mostram a evolução da nota e do aprendizado de seus alunos. Desse modo, todo mundo sai ganhando: o aluno que terá uma atenção maior às suas dificuldades e o professor, que fica livre de uma atividade cansativa e pode investir no que considerar mais importante.

Tendo isso em mente, vai uma reflexão: com as dicas que demos neste post, o quão importante é investir em tecnologia, quando ela pode ajudar a diminuir o desgaste e trazer resultados melhores para professores e alunos dentro de sala de aula? Se convencer de que as ferramentas tecnológicas estão aí para ajudar no ensino e na qualidade de vida do professor é o primeiro passo.

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