Tecnologia para Educação Pública: revolucionando o sistema

29 de junho de 2014
tecnologia para educação pública

Há tempos a educação pública brasileira é alvo de críticas pesadas por meio de pais, educadores e até dos próprios alunos. A universalização do ensino é algo que todos queremos, mas que o governo ainda não conseguiu implementar. Opções para melhorar o ensino público é o que não faltam, principalmente quando pensamos em tecnologias para a educação pública. Já investimento é outro assunto, e esse, às vezes, passa longe das pautas educacionais.

Aqui colocamos cinco tecnologias latentes – e já reconhecidas pelo mercado – cuja adoção nas instituições de ensino pode ajudar a melhorar a educação pública no Brasil. E que, mais do que isso, podem dar aos alunos muito mais chances de adentrar nas concorridas universidades públicas brasileiras.

1.Laboratório de informática com internet

O laboratório de informática das escolas públicas precisa não apenas ter internet, mas também uma internet de qualidade. Na medida do possível, sem filtros (com os alunos podendo utilizar as redes sociais, por exemplo, para fazer suas conexões com o mundo).

Esse recurso já existe há alguns anos nas escolas particulares, mas nem todas as escolas públicas têm possibilidade de fazer uma intervenção dessa magnitude em sua infraestrutura. Contudo, é o primeiro passo para uma escola realmente informatizada – e de braços abertos para o mundo atual.

2.Uso de software para gestão acadêmica e pedagógica

tecnologia para educação publica

Outra boa tecnologia é a gestão acadêmica e pedagógica feita por sistemas, ou softwares, de fácil utilização pelo corpo docente. A Starline tem alguns que facilitam a vida tanto de professores quanto de alunos, trazendo para a sala de aula mais autoestima e prazer em aprender.

Essa tecnologia se alia ao fato de que muito tempo de aula é perdido com pequenos problemas que poderiam ser facilmente resolvidos através dos programas de computador. Dessa forma, as horas de aula podem ser bem mais aproveitadas quando o professor lida de forma mais fácil (e online) com possíveis obstáculos.

3.Lousa interativa

Tecnologia de ponta, a lousa interativa já vem sendo utilizada em grandes escolas do mundo todo. O principal objetivo dessa ferramenta é transformar o tradicional quadro negro em um verdadeiro computador, onde professores e alunos podem fazer intervenções pontuais e terem suas dúvidas instantaneamente dissipadas.

É, literalmente, a interatividade aumentando o poder de comunicação dentro da sala de aula – e, consequentemente, o prazer em aprender.

4.Gamification

As escolas bem que tentaram, mas não existe mais possibilidade de desatrelar o uso do computador com a educação tradicional. Hoje, tentar tirar um micro ou celular da mão de um aluno pode provocar extremo desinteresse pelo conhecimento – e uma raiva infundada de seu professor.

O que fazer, então, é simples: aliar a vontade que os jovens têm de ficar em frente a um computador ou celular com o seu tempo de estudo. Atividades em forma de jogo, ou “gamification”, que é o “nome científico” da prática, podem deixar os alunos cada vez mais perto do conteúdo que está sendo passado. E, quando a escola é informatizada, a criança não precisa nem de dever de casa: dá para fazer tudo da própria escola (muito embora acreditemos que ela vai querer, sim, continuar fazendo as atividades no computador!).

5.Aplicativos

Crianças e jovens adoram um telefone ou tablet, mas os professores (principalmente os mais modernos) não ficam atrás: eles também são cada vez mais apaixonados por tecnologia – e por tudo o que pode, de fato, facilitar sua vida.

Por isso, aplicativos de correção e gestão de provas, de presença ou de conteúdo são muito bem vindos, tanto para serem aplicados apenas ao corpo docente quanto, também, para englobar a comunidade estudantil na divisão dos processos. Como dissemos antes, se não dá para dissociar sala de aula e celular/tablet, o melhor a se fazer é se juntar a eles – e tornar a educação mais divertida e prazerosa a cada turma que passa.

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