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Tecnologia da informação

Veja como é feita a transformação digital no Ensino Técnico

Um assunto recorrente no mundo corporativo é transformação digital. Relacionada a questões importantes para a vantagem competitiva, como inovação e indústria 4.0, esse conceito impacta diferentes grupos da sociedade, como judiciário, bancário e outros que integram a economia tradicional.

Porém, um dos segmentos que sofre mais influências positivas é a educação. Nesse contexto, a ideia é revolucionar o ensino-aprendizagem por meio de tecnologias que revisam os processos realizados e os ajustam às novas demandas de alunos e professores.

Por isso, também existe transformação digital no Ensino Técnico. O foco, nesse caso, é a educação profissionalizante, que está em alta no Brasil. Assim, se você quer destacar sua instituição, precisa ingressar nesse novo conceito.

Se deseja fazer isso, está no lugar certo! Neste post vamos abordar como os novos processos interferem no ensino técnico e de que maneira o Centro Paula Souza melhorou seus resultados a partir do aperfeiçoamento da gestão de provas.

Vamos lá?

O que o Ensino Técnico representa para o Brasil?

Em um cenário de crise econômica, o Brasil voltou a falar do Ensino Técnico. Somado a essa oportunidade está a reforma curricular da grade escolar, que trouxe esses cursos à tona. Desde 2018, eles deixaram de ser complementares e se tornaram uma opção — bastante viável — para quem está no Ensino Médio.

Por que houve essa mudança? A ideia do Ministério da Educação (MEC) foi favorecer o ingresso dos jovens no mercado de trabalho. De quebra, também há melhorias no nível de renda desses profissionais.

Essa afirmação é confirmada por uma pesquisa feita pelo Senai. O levantamento indicou que quem tem um curso técnico tem menos chance de ficar desempregado.

Outra pesquisa, realizada pela Fundação Getúlio Vargas, apontou que o Ensino Técnico oferece 38% mais oportunidades de conseguir um emprego com carteira assinada. A remuneração desses profissionais é 13% mais elevada que aqueles sem um curso profissionalizante.

Além disso, o diretor-geral do Senai, Rafael Lucchesi, destacou em entrevista que apenas 18% dos estudantes brasileiros do Ensino Médio entram na universidade. A saída, segundo ele, é fazer o que acontece em outros países: investir no Ensino Técnico.

“Nos países ricos, mais de 50% dos jovens recebem formação técnica junto da regular. Na Finlândia, exemplo de excelência do ensino, em 2005, 30% dos jovens tinham o ensino técnico. Hoje, 70%”, relata.

Somente o Senai atende a 3 milhões de pessoas em todo o País. Um estudo do IBGE divulgado em 2017 assinalou que apenas 2,2% dos brasileiros com mais de 15 anos frequentavam um curso de qualificação profissional. Apesar disso, havia 40,2 milhões de interessados. No mesmo período, 812 mil estudantes do Ensino Médio frequentavam a modalidade de técnico.

Perceba que todos esses dados evidenciam que o Ensino Técnico é uma opção em alta e precisa ser considerado. Porém, como ele pode ser modernizado a partir das novas tecnologias? Essa é a pergunta que responderemos abaixo.

O que a transformação digital no Ensino Técnico traz de positivo?

O Ensino Técnico é voltado para estudantes do Ensino Médio ou quem já concluiu essa etapa da educação, mas deseja se especializar mais. Sua origem remonta a 1948, que determinou a criação de escolas técnicas profissionais para complementar o então 1º e 2º graus.

Atualmente, essa modalidade é muito mais moderna. Ela já existe na educação a distância (EaD), sendo incentivada pelo Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). O projeto do governo federal está presente em mais de 4 mil municípios.

No entanto, as ofertas não param por aí.

Existem muitas instituições de ensino conceituadas nesta área. Entre elas estão: Senai, Colégio Técnico Industrial (Unesp de Bauru), Colégio Técnico de Limeira e de Campinas (Unicamp) e Centro Paula Souza.

Em todos esses casos, o reconhecimento é proveniente da transformação digital. A proposta é oferecer recursos tecnológicos para aulas presenciais, semipresenciais e a distância, e garantir o melhor ensino-aprendizagem para os estudantes.

Contudo, isso é insuficiente. A transformação também requer a revisão de processos e a automação de atividades — e é nesse aspecto que o Centro Paula Souza se destaca.

Centro Paula Souza: como foi implantada a transformação digital no Ensino Técnico?

O Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza, do governo de São Paulo, começou o processo de transformação digital pela implantação do Prova Fácil nos cursos de Educação de Jovens e Adultos (EJA) e de Formação Pedagógica. A instituição é uma das maiores no ensino profissional da América Latina e está em mais de 300 municípios.

Antes da adoção do sistema de gestão de provas, a correção dos testes era feita manualmente e os dados eram inseridos em planilhas. Em seguida, eram colocados em um banco específico para as notas serem publicadas aos alunos e enviadas por carta.

Com esse processo, o tempo que levava da elaboração à publicação das notas era maior. Por isso, a instituição buscou uma solução que facilitasse o trabalho.

Com o Prova Fácil, os estudantes recebem os resultados com mais agilidade. Há ganhos de economia, porque o acesso é feito de maneira digital.

Além disso, as provas passaram a ser aplicadas de modo online, com a mesma segurança e qualidade da modalidade presencial. Antes disso, 600 professores nos polos próximos compareciam em São Paulo para minimizar recursos do programa.

Segundo o professor responsável pela aplicação das provas no curso de Formação Pedagógica, Artur Jovanelli, vários benefícios são conquistados, especialmente a correção de questões discursivas: “com a avaliação online, temos o resultado imediato e as discursivas são corrigidas com mais facilidade pelos professores”.

Em relação à logística, os ganhos foram significativos. Além do aumento da produtividade na correção de testes e na alimentação do sistema acadêmico, deixou de ser necessário o deslocamento dos professores dos polos próximos, que agora fazem a avaliação a distância.

Esse processo é mais fácil, porque os corretores manuais tinham que enfrentar problemas de caligrafia e, muitas vezes, acionar um segundo revisor. Agora, os resultados são imediatos e as perguntas discursivas são corrigidas com mais facilidade porque são digitadas.

Para você ter uma ideia, eram necessários 15 corretores para adiantar o processo e agora são precisos somente 2 pessoas. O restante pôde ser realocado para outras atividades sem prejuízos ao processo.

Ainda assim, o trâmite da avaliação foi finalizado em metade de 1 dia, sendo que antes duraria semanas. Para os estudantes, é a oportunidade de saber suas notas rapidamente e ver quais conteúdos são mais problemáticos para revisar em casa ou pedir ajuda do professor.

Em suma, a transformação digital no Ensino Técnico é válida para o Centro Paula Souza e também para a sua instituição. Ela pode ser aplicada no EaD ou na educação presencial para agilizar o processo e trazer benefícios.

Então, o que sua instituição está esperando para ingressar no processo de transformação digital? Conheça o Prova Fácil e veja como ele pode ajudar!

transformação digital no ensino técnico


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