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Tecnologia da informação

Sistema de geração de provas e correção automática no movimento paperless

O mundo está informatizado e muitas são as soluções tecnológicas que agilizam o nosso dia a dia. É possível usar smartphones e aplicativos, que automatizam as tarefas diárias e contribuem para a agilidade dos processos. A internet também agiliza o trabalho e é quase impensável ficar offline por alguns dias. É nesse contexto que surge o sistema de geração de provas e correção automática.

Como recurso tecnológico, tem o papel de trazer rapidez e precisão ao trabalho dos professores. Em vez de gastar horas com a elaboração de provas nos períodos fora de sala de aula, essas soluções permitem gerar as avaliações e até corrigi-las em apenas alguns instantes.

Por outro lado, esses softwares contribuem com o processo de ensino-aprendizagem tradicional, em que a prova é aplicada ao aluno de forma impressa. Como esse equilíbrio acontece? É o que vamos desvendar neste post, a partir de uma reflexão sobre a importância das avaliações em papel e a maneira pela qual a tecnologia contribui com essa atuação.

Vamos lá?

A importância das provas de papel

Você já parou para pensar no modelo de ensino que era aplicado enquanto você era estudante e o formato utilizado atualmente? É provável que responda que foram realizadas muitas mudanças.

Se antes era impensável contar com um dispositivo que acessasse a internet dentro da sala de aula, hoje é verificado um boom dos cursos a distância, que são implementados justamente nesse ambiente virtual. Porém, mesmo nesse contexto, é comum perceber que as provas em papel ainda são aplicadas.

Isso acontece por conta de diferentes fatores. Há regulamentos e regimentos internos que exigem a realização desse tipo de avaliação. Por isso, esses testes ainda são a maioria nas instituições de ensino do País.

Para você ter uma ideia, a Prova Fácil, empresa que atua com a gestão de provas, já processou 15 milhões de avaliações em escolas e universidades nos últimos cinco anos — e essa é uma realidade do Brasil e também do mundo.

Por aqui, o Ministério da Educação (MEC) exige que seja feita algum tipo de avaliação dos estudantes, conforme está disposto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). O objetivo é identificar qual é o momento de aprendizado do aluno.

As provas de papel ainda preparam o estudante para avaliações tradicionais, como é o caso do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e do Exame Nacional do Desempenho dos Estudantes (Enade), além dos vestibulares e outras situações críticas que surgem durante os anos escolares.

O papel da logística nesse cenário

Apesar de ser um modelo comum na grande maioria das instituições de ensino do País, é preciso ter uma boa logística para distribuir e aplicar as provas escritas. Primeiro, é necessário imprimir a quantidade correta de testes e garantir o número exato, a fim de evitar extravios e fraudes.

Em segundo lugar, também se torna importante corrigir as respostas dos alunos, liberar as notas e repassá-las ao sistema para que tenham acesso. A depender do tamanho da escola ou universidade, esse processo leva dias, em alguns casos, até semanas.

Esse é o caso do Centro Paula Souza. Com presença em mais de 300 municípios do estado de São Paulo, a escola de ensino profissional sempre precisou que os professores de outras unidades fossem até a capital para ter acesso às avaliações. Com a tecnologia, esse processo é dispensável, o que trouxe ganhos de tempo e produtividade.

Como isso acontece na prática? A resposta é simples! A aplicação de provas em papel requer a organização de diferentes fatores, como:

  • impressão de quantidade de provas específica e bem dimensionada para evitar desperdícios;
  • inserção de nomes dos estudantes para evitar fraudes;
  • elaboração de diferentes tipos de avaliação, a fim de evitar a cópia das respostas de um estudante para o outro, a famosa “cola”;
  • organização da quantidade de aluno por sala, isto é, o ensalamento;
  • distribuição dos testes pelos prédios.

Com um sistema de gestão de provas, esse processo se torna muito mais simples, porque é automatizado. Essa necessidade é percebida, inclusive, em IES de outros países, por exemplo, na Universidad de La Laguna, na Espanha.

Segundo o professor da Faculdade de Informática, Alfonso Escolano, era um “tiro no pé” fazer a avaliação contínua de 100 alunos. No entanto, a tecnologia ofereceu um salto significativo de produtividade.

Se antes a correção levava alguns dias e ainda era necessário publicar e divulgar as notas dos estudantes, agora as folhas de respostas são escaneadas e os resultados chegam aos e-mails dos alunos em apenas meia hora.

Esses benefícios também são verificados no Brasil, com ampliação de recursos, inclusive. Os sistemas de geração de provas e correção automática ainda trabalham com a logística, porque têm funcionalidades direcionadas, que simplificam o processo.

A relevância da auditoria e os sistemas de geração de provas e correção automática

Apesar de as provas em papel serem bastante utilizadas e ainda relevantes no processo de aprendizado, elas são passíveis de falhas. É aí que entra o papel da auditoria, que pode ser feito manualmente ou com a ajuda de um sistema de geração de provas e correção automática.

O procedimento manual é mais lento e implica perda de tempo do professor, que poderia deixar esse período para realizar atividades estratégicas, por exemplo, definir assuntos a serem revistos ou identificar temas de compreensão mais complexa para os estudantes e que exigem uma abordagem diferenciada.

Por sua vez, com os sistemas automatizados, é feita uma auditoria de imagens, que identifica de uma só vez todos os documentos sem processamento, cujos códigos de barras deixaram de ser identificados ou que apresentam marcações não reconhecidas feitas pelos estudantes.

A auditoria digital ainda oferece a visualização de ata de avaliação, lista de presença, cadernos não nominais e folhas de respostas. Assim, um teste pendente de auditoria, por exemplo, fica disponível para correção de perguntas abertas assim que for auditada.

Com esse recurso, a chance de os alunos questionarem os resultados da avaliação e apontarem problemas é menor. Eles também têm mais segurança nas notas, porque as recebem com rapidez e sabem que o processo de correção não sofre divergências, já que segue um padrão em todas as ocasiões.

A leitura e a escrita em papel no processo de ensino-aprendizagem

Como já destacamos, apesar de a tecnologia ser importante, a escrita ainda é relevante para o processo de ensino-aprendizagem. Existem alguns países que começaram a abolir o uso da caligrafia, mas essa atitude é pouco recomendada. Por quê?

Uma pesquisa da Universidade de Montreal indica que a retenção de informações é melhor pela escrita. Por isso, quando é feito algum registro de maneira eletrônica (por exemplo, por meio de um tablet ou smartphone), a capacidade de memorização e estudo é menor.

Ao mesmo tempo, crianças que aprendem a escrever precisam desenhar as letras para entender como funcionam e qual a conexão entre elas para fazer a leitura. Esse processo é baseado no desenho, com evolução do traço somente em um segundo momento.

Em outras palavras, a escrita é importante para qualificar as capacidades individuais. Ela é uma aliada das funções cognitivas e concede mais autonomia ao estudante, que é capaz de escrever de próprio punho.

Outras vantagens da caligrafia são melhoria na fluidez e na agilidade do movimento, e uso de áreas motoras do cérebro, por exemplo, planejamento e controle motor, setores associados ao processamento da linguagem e perceptivas visuais.

Parece exagero? Não é. Quando é feita uma digitação, inexiste atividade grafo-motora associada e, por consequência, não há estimulações sensoriais diversificadas. Além disso, estudos já indicaram que a leitura ativa a rede neural e há áreas referentes a processos motores. Assim, a leitura também tem a ver com o processamento motor de formação das letras.

Dessa forma, fica claro que é fundamental continuar com a aplicação da prova escrita. Esse é o método mais tradicional, ainda utilizado nos principais exames aplicados no País e é uma forma de preparar o estudante para essa empreitada.

Com a ajuda de um sistema de geração de provas e correção automática, a avaliação é criada a partir de um banco de questões parametrizado de acordo com as regras da instituição. As provas são aplicadas e, depois, corrigidas de maneira automática, situação que otimiza muito o processo.

Agora que você entende como a prova escrita é importante para o aprendizado, que tal se aprofundar no assunto? Entenda como reduzir o tempo de correção e otimizar o processo de revisão de prova.

Aproveite e baixe nosso super checklist da Transformação Digital e descubra se a sua instituição está preparada para a nova Era!

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